Peer-to-Peer Lending: empréstimo coletivo que virou investimento

Imagine um investidor que há algum tempo investe e está em busca de oportunidades com maior rentabilidade. Suponha que há pouco tempo esse investidor descobriu o Peer to Peer Lending, uma modalidade de investimento onde a pessoa física pode emprestar dinheiro diretamente para pequenas e médias empresas. O objetivo é oferecer crédito a custos menores para quem pega emprestado, e maior rentabilidade para quem empresta.

Embora já seja uma modalidade de aplicação relativamente conhecida nos Estados Unidos e Europa, no Brasil ela começa a dar seus primeiros passos. Portanto, quem entender agora como funciona, suas vantagens e riscos envolvidos certamente terá um trunfo nas mãos.

Sendo assim, continue por aqui e aprenda sobre essa nova e rentável forma de investir!

 

 

Criado em 2005 pela plataforma britânica Zopa, a modalidade têm atraído a atenção no mundo corporativo. No Brasil, principalmente nos últimos anos, o número de fintechs que trabalham com esse modelo vêm crescendo exponencialmente.

Em 2018, a revista Exame mapeou o surgimento de plataformas P2P Lending com foco em empresas, pessoa física e setor imobiliário. Em 2019, a Fisher (aceleradora de fintechs) disse em um relatório que foram mais de R$ 200 milhões emprestados via recursos P2P. Essa alta cifra reflete a adesão de usurários nestas plataformas.

 

Mas e na prática? É seguro? É rentável?

 

 

Nessa modalidade, o maior dos riscos para o investidor é a inadimplência de quem pega o recurso. O que minimiza muito esse risco são as informações que você tem das empresas e seu histórico no mercado, o que traz credibilidade ao tomador e para quem investe. Para garantir a segurança do investimento, o investidor deve sempre buscar informações sobre como a plataforma em que ele pretende usar como meio de investimento seleciona as empresas que solicitam o dinheiro.

 

Quanto à rentabilidade, isso vai depender das condições de cada plataforma, e consequentemente, de cada operação. As taxas e o prazo em que o investidor receberá o seu retorno do investimento é que irão dizer se aquela oportunidade é rentável. Na Expeer, trabalhamos com taxas e prazos pré-fixados, ou seja, o investidor já sabe quanto seu dinheiro irá rentabilizar e por quanto tempo, dando maior previsibilidade ao negócio.

 

Aonde estão essas plataformas?

 

As plataformas de P2P Lending estão na internet e são, em sua maioria, startups e fintechs. Esse é o caso da Expeer, que surgiu em 2019. A fintech é um marketplace que oferece acesso a investimentos em empréstimos imobiliários de alta qualidade, no qual os investidores emprestam dinheiro para uma determinada construtora ou incorporadora.

 

Em entrevista ao jornal “O Estado de São Paulo”, Danilo Ribeiro, CEO da startup, diz que a empresa surgiu de uma análise da necessidade do mercado: “Identificamos essa demanda no setor imobiliário, pela dificuldade enfrentada pelos empreendedores para viabilizar o início das obras, antes de conseguir o financiamento com os bancos” (leia aqui a reportagem completa).

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