Crowdfunding e Peer-to-Peer Lending setor imobiliário: Qual a diferença?

Embora existam diferenças, muita gente ainda confunde essas duas modalidades de investimentos. Enquanto no peer to peer o investidor é um credor da empresa, no crowdfunding ele investe em uma cota da empresa e vira sócio-investidor da companhia.

 

Neste artigo vamos te ajudar a entender um pouco mais dos pontos que diferenciam estas duas modalidades que têm crescido no Brasil.

 

 

No crowdfunding o investidor compra uma participação em uma determinada empresa, acreditando no seu desenvolvimento.

 

Enquanto no peer-to-peer lending acontece diferente. Tratando-se do setor imobiliário, por exemplo, pessoas emprestam dinheiro para uma incorporadora ou construtora e recebem como rendimento os juros desse empréstimo durante ou ao final do período acordado, tornando-se assim um credor da empresa. Na prática, o tomador do recurso deve demonstrar um mínimo de fluxo de caixa para conseguir arcar com a dívida.

 

Desse modo, o crowdfunding se trata de uma oferta pública de valor imobiliário, necessitando registro na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) através da instrução 588, que regula as plataformas eletrônicas de investimento participativo e o P2P segue a normativa do Banco Central (BACEN 4.656)

 

 

 

 

Por fim, o risco de ambas as modalidades é o de crédito que pode ser mitigado, entre outras, com diversificação. Risco de crédito nada mais é do que o perigo do tomador do recurso não arcar com as suas obrigações financeiras.

 

Para o P2P Lending imobiliário, pode-se acrescentar ainda uma variável na hora de considerar este fator: a garantia do negócio. Aqui na Expeer, buscamos ser o mais transparente possível com o investidor e, para tanto, as garantias dependem de cada operação podendo ser desde ativos físicos até a distribuição de lucros da SPE

 

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