27 de Setembro de 2021

Tesouro Direto: com Focus e China no radar, taxas dos títulos públicos operam em estabilidade nesta 2ª

InfoMoney

O mercado acompanha de perto nesta segunda-feira (27) a manutenção da expectativa de alta para a Selic no fim deste ano e em 2022, conforme mostrou o Relatório Focus, do Banco Central, divulgado hoje. Ainda que as projeções para a taxa básica de juros não tenham mudado de uma semana para a outra, economistas revisaram para cima as expectativas de avanço da inflação neste ano e no próximo.

 

Já na cena internacional, investidores acompanham com cautela as informações sobre o crise energética na China e desdobramentos do caso Evergrande. Nesse contexto, o mercado de títulos públicos opera com estabilidade nas taxas no início desta segunda-feira (27).

 

Na primeira atualização do dia, a remuneração do título prefixado com vencimento em 2026 era de 10,33% ao ano, mesmo percentual registrado na tarde de sexta-feira (24).

 

IPC-Fipe sobe 1,16% na 3ª quadrissemana de setembro

InfoMoney

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 1,16% na terceira quadrissemana de setembro, desacelerando em relação à alta de 1,21% verificada na segunda quadrissemana deste mês, de acordo com dados publicados nesta segunda-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

 

Na terceira prévia de setembro, três dos sete componentes do IPC-Fipe avançaram com menos força e um caiu em ritmo mais intenso: Habitação (de 0,96% na segunda quadrissemana para 0,85% na terceira quadrissemana), Alimentação (de 1,63% para 1,53%), Educação (de 0,02% para 0,01%) e Saúde (de -0,07% para -0,17%).

 

Por outro lado, houve aceleração dos itens Transportes (de 1,38% para 1,44%), Despesas Pessoais (de 2,00% para 2,01%) e Vestuário (de 0,52% para 0,74%) no mesmo período.

 

Confiança da construção alcança maior nível desde fevereiro de 2014, aponta FGV

Valor Investe

O Índice de Confiança da Construção (ICST) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) se manteve relativamente estável ao variar 0,1 ponto em setembro, para 96,4 pontos, maior nível desde fevereiro de 2014 (96,7 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice avançou pelo quarto mês consecutivo, desta vez, 1,3 ponto.

 

“Depois de quatro meses de crescimento contínuo, em setembro, a expectativa de melhora da demanda foi corrigida para baixo, sob efeito da elevação das taxas de juros do crédito imobiliário: o segmento de Edificações Residenciais foi o que acusou a maior queda do indicador de demanda prevista. Ainda assim, a confiança das empresas acomodou num patamar mais favorável desde 2014 por uma ligeira melhora da percepção sobre à situação corrente. O Indicador de Evolução Recente da atividade alcançou o melhor resultado desde dezembro de 2012. Ou seja, a retomada da atividade ganha força na percepção empresarial, mas diminui o otimismo com a continuidade desse ciclo”, observou Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV Ibre.

 

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