05 de Outubro de 2021

CashMe, fintech da Cyrela, oferece opção em crédito para imóvel


ValorInveste

A CashMe, fintech da Cyrela criada para dar crédito com garantia imobiliária, está entrando na disputa pelo financiamento da casa própria. Apesar de não ter acesso à poupança, o que torna os grandes bancos mais competitivos nesse tipo de crédito, a CashMe quer buscar um nicho de cliente que hoje não consegue acesso às linhas tradicionais, colocando como vantagem a análise de apenas dois dias para o financiamento e contratos que contemplam alguma complexidade por parte do tomador.

“Os bancos têm um funding ultracompetitivo, que vem da caderneta, e por isso com taxas mais baixas do que conseguimos praticar. Mas a gente entra onde os bancos não conseguem operar ou ganhar escala”, diz Juliano Bello, cofundador da CashMe. “Não é o cliente negativado mas aquele que o banco não consegue entender e avaliar, como quem tem renda ou mesmo residência fora do Brasil e quer comprar imóvel aqui.”

A demanda é crescente no universo de tecnologia, com clientes brasileiros que moram no Canadá, por exemplo, ou trabalham de qualquer parte do mundo. Outros perfis que a fintech quer incluir são os executivos que têm renda composta majoritariamente por remuneração variável e com salário fixo baixo, bem como as aquisições de imóveis por três ou quatro pessoas, que é um financiamento mais complexo que os bancos costumam evitar.


Produção industrial cai 0,7% em agosto, terceira queda consecutiva; dado foi pior do que o esperado 


InfoMoney

A produção industrial teve queda de 0,7% em agosto frente julho, na terceira baixa seguida. Nesse período, houve perda acumulada de 2,3%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado de agosto, a indústria fica 2,9% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado, no cenário pré-pandemia, e 19,1% abaixo do nível recorde, registrado em maio de 2011. A produção industrial também recuou 0,7% na comparação com agosto do ano passado.

O dado foi pior do que o esperado. A expectativa de analistas ouvidos pela Refinitiv era de queda de 0,4% na comparação mensal, e de estabilidade na comparação anual.


Comissão aprova proposta que aumenta proteção para comprador de imóvel na planta 

MoneyTimes

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1139/19, do deputado licenciado Carlos Bezerra (MT), que revoga o prazo de um ano para que compradores de imóveis na planta quitem dívidas da construtora falida.

O prazo está previsto no artigo 9º da Lei 10.931/04, norma que trata do regime de afetação e prevê patrimônio e contabilidade próprios para cada empreendimento imobiliário.

O regime de afetação cria reserva patrimonial para proteção dos direitos dos consumidores – espécie de “blindagem” – e institui regime de vinculação de receitas que impede o desvio de recursos para outra obra ou para atividades da construtora. Essa reserva permanece imune à eventual falência da empresa.
Na hipótese de falência, o empreendimento poderá ser continuado pelos próprios compradores, sem que a responsabilidade deles ultrapasse o preço estipulado no contrato de compra do imóvel.

No entanto, atualmente o artigo 9º da Lei 10.931/04 estabelece que as dívidas tributárias, previdenciárias e trabalhistas da sejam assumidas pelos adquirentes e pagas dentro de um ano.


Investimento em startups brasileiras bate recorde e passa dos R$ 33 bilhões em 2021

InfoMoney

As startups brasileiras receberam R$ 33,5 bilhões de fundos de venture capital durante os primeiros nove meses de 2021. É um recorde histórico de captação, triplicando o valor arrecadado pelas startups no mesmo período de 2020.

Além do maior volume financeiro, mais startups estão recebendo cheques maiores. 226 negócios receberam um cheque médio de R$ 130,7 milhões. Nos três primeiros meses de 2020, eram 147 negócios e um aporte médio de R$ 80,2 milhões.

Os dados são parte de um estudo elaborado pela Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP) e pela consultoria KPMG. “Apesar dos ruídos políticos, da insegurança jurídica e das incertezas econômicas, o Brasil vive a maior onda de empreendedorismo de sua história”, afirmou em comunicado Piero Minardi, presidente da ABVCAP. “E o capital de longo prazo da indústria de private equity e venture capital tem sido protagonista desse movimento, ao apoiar empresas com recursos financeiros, conhecimento setorial, melhorias na gestão e acesso ao mercado de capitais.”

Entre os setores preferidos dos investidores estão seguros e serviços financeiros, software, logística e varejo–

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