07 de Outubro de 2021

Caixa reitera meta de liberação de R$ 130 bi de crédito imobiliário em 2021
InfoMoney
A Caixa Econômica Federal reiterou a sua projeção de liberar R$ 130 bilhões em financiamentos imobiliários neste ano e sinalizou que o mesmo ritmo de contratações deverá ser mantido no ano que vem.

As informações foram compartilhadas hoje pelo vice-presidente de habitação do banco estatal, Jair Mahl, que participou do Fórum Brasileiro das Incorporadoras, organizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Até agosto, a Caixa já realizou R$ 91 bilhões em financiamentos. Só no mês de agosto, foram R$ 14 bilhões, o equivalente a 58 mil unidades, destacou Mahl.

“Pretendemos manter os níveis de contratação também para 2022”, afirmou o executivo, durante sua apresentação no evento.

Tesouro Direto: com alívio no exterior e agenda local esvaziada, títulos públicos operam sem direção única nesta 5ª
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O movimento de alívio visto nas bolsas mundiais, que começou no fim do pregão de quarta-feira (6), seguiu na manhã desta quinta (7). O tom um pouco mais positivo está ligado a fatores externos: avanços nas negociações sobre a extensão do teto da dívida nos Estados Unidos e declarações de Vladimir Putin, presidente da Rússia, sobre o mercado de energia.

Em dia de agenda econômica esvaziada no Brasil, as atenções estão voltadas para o discurso de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, em evento do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Investidores monitoram ainda a votação do relatório da PEC dos precatórios em Comissão Especial da Câmara nesta manhã.

Sem grandes pressões na cena interna e externa para o aumento do risco, o mercado de títulos públicos do Tesouro Direto opera sem direção única nesta manhã. Os papéis prefixados apresentam leve alta, enquanto os títulos atrelados à inflação são negociados próximos da estabilidade.

Na primeira atualização do dia, entre os papéis prefixados, a remuneração do título com vencimento em 2026, por exemplo, era de 10,36% ao ano, contra 10,33%, da sessão de quarta-feira (6). O juro pago pelo título prefixado com vencimento em 2031, por sua vez, era de 10,97% ao ano, acima dos 10,94% registrados um dia antes.

Entre os títulos atrelados à inflação, o juro pago pelo Tesouro IPCA+ com vencimento em 2055 era de 5,03% ao ano na abertura dos negócios, em linha com os 5,02% vistos ontem. No mesmo horário, o juro real oferecido pelo Tesouro IPCA+ com vencimento em 2026 era de 4,66%. Um dia antes, o mesmo papel oferecia retorno real de 4,67% ao ano.

Pedidos de falência sobem 5,6% em setembro ante agosto, diz Boa Vista
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O número de pedidos de falência por empresas cresceu 5,6% em setembro ante agosto, informou a Boa Vista. Os pedidos de recuperação judicial também registraram alta, em setembro, de 2,7%, em comparação ao mês de agosto.

A empresa apurou que, nos últimos 12 meses, os pedidos de falência apontaram queda de 19% e os de recuperação judicial, baixa de 25,2%. Na comparação com setembro de 2020, os pedidos de falência cederam 32,8%.

Na outra ponta, os pedidos de recuperação judicial caíram 33,6%, em comparação com setembro de 2020.

“Isso não significa, porém, que o cenário econômico atual seja melhor. A despeito da pandemia, a economia, hoje ‘sob controle’ em relação ao que fora observado no ano passado, se encontra num quadro um pouco mais vulnerável”, diz, em nota, a Boa Vista.

O indicador de falências e recuperações judiciais da Boa Vista é construído com base na apuração de dados mensais de fóruns, varas de falência, Diários Oficiais e do Poder Judiciário de Estados registrados na base do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

 

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