1 de Outubro de 2021

Clientes do Banco do Sergipe têm dados de chaves PIX vazados, diz BC

InfoMoney

O Banco Central informou, nesta quinta-feira (30), que foi registrado um vazamento de dados de chaves Pix (sistema de pagamentos) que estavam sob a guarda e a responsabilidade do Banco do Estado de Sergipe (Banese).

O comunicado não especifica quantas pessoas foram atingidas. Segundo o BC, o vazamento foi provocado “em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição financeira [Banese]”.

O vazamento, no entanto, não expôs dados considerados sensíveis, como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário.

“As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”.

O BC orienta que as pessoas que tiveram seus dados cadastrais expostos a partir do vazamento serão notificadas exclusivamente “por meio do aplicativo de sua instituição de relacionamento”.

“Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou email”, afirmou o BC.

Após a ocorrência, o Banco Central também informou que adotou ações necessárias para a apuração detalhada do caso e aplicará as sanções previstas.


Tesouro Direto: com preocupação fiscal no Brasil e inflação dos EUA, papéis operam sem direção definida nesta 6ª

InfoMoney

Em dia de agenda econômica esvaziada no mercado local, as atenções dos investidores estão na participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em palestra sobre o cenário macroeconômico. O mercado também monitora de perto a ideia de usar a PEC dos precatórios para prorrogar o auxílio emergencial, o que gera preocupações com os riscos fiscais.

Enquanto isso, na cena externa, o destaque está na apresentação dos dados de inflação nos Estados Unidos, em meio a redução de estímulos pelos bancos centrais, gargalos nas cadeias produtivas e desaceleração econômica.

Nesse contexto, o mercado de títulos públicos opera sem direção definida na manhã desta sexta-feira (1). Isso ocorre porque os papéis prefixados apresentam leve queda ou são negociados perto da estabilidade, enquanto os títulos atrelados à inflação têm leve alta.

Na primeira atualização do dia, a remuneração do título prefixado com vencimento em 2026 era de 10,52%, em linha com os 10,53% ao ano vistos na sessão anterior.

O juro pago pelo título prefixado com vencimento em 2031, por sua vez, recuava de 11,13% ao ano para 11,10%, na abertura das negociações.

Entre os papéis atrelados à inflação, o juro real oferecido pelo Tesouro IPCA+ com vencimento em 2040 e pagamento de juros semestrais era de 4,97% ao ano, contra 4,93% registrados na sessão anterior. Já o retorno real do Tesouro IPCA com vencimento em 2055 e pagamento de juros semestrais era de 5,02% ao ano, contra 4,99% ao ano na tarde de quinta-feira (30).


Senado aprova projeto sobre inclusão de custos de energia fotovoltáica no financiamento habitacional

MoneyTimes

O Senado aprovou nesta quinta-feira projeto de lei que permite ao comprador de um imóvel incluir o valor da instalação de sistema de geração fotovoltaica no financiamento no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

A regra poderá ser aplicada a operações de financiamento de imóveis de até 1,5 milhão de reais, limite de financiamento do SFH.

O texto define ainda que o financiamento da instalação do sistema de energia não poderá ultrapassar os 10% do valor do imóvel.

“O objetivo desse limite é forçar o mercado a buscar soluções mais baratas de geração fotovoltaica, principalmente no caso de imóveis de menor valor, bem como evitar o desvirtuamento do objetivo principal do financiamento imobiliário, que é a aquisição do imóvel”, afirmou no parecer o relator da proposta, senador Irajá (PSD-TO).–

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