26 de outubro de 2021

IPCA-15 sobe 1,20% em outubro, maior taxa para o mês desde 1995; alta em 12 meses é de 10,34%

InfoMoney

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) teve alta de 1,20% em outubro frente setembro, após registrar alta de 1,14% em setembro de 2021 na base mensal. Trata-se da maior variação para um mês de outubro desde 1995 (1,34%), e a maior variação mensal desde fevereiro de 2016 (1,42%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 8,30% e, em 12 meses, de 10,34%, acima dos 10,05% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2020, a taxa foi de 0,94%.

O número foi acima do esperado. A projeção de consenso de economistas consultados pela Refinitiv era de alta de 0,97% em outubro frente setembro e alta de 10,09% na comparação anual.

Com o maior impacto individual (0,19 p.p.) no mês de outubro, a energia elétrica (3,91%), foi destaque no grupo Habitação (1,87%).

A alta decorre, em grande medida, da vigência da bandeira tarifária Escassez Hídrica, em todo o período de referência do índice, com acréscimo de R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos, o mais alto entre todas as bandeiras.

SoftBank lidera investimento de US$ 75 milhões na Pipefy, criada por brasileiro e com sede no Vale do Silício

InfoMoney

A Pipefy, fornecedora de software para gerenciamento de fluxo de trabalho, recebeu investimento de US$ 75 milhões em uma rodada liderada pelo Latin America Fund II do SoftBank.

O SoftBank investiu US$ 50 milhões e também participaram o Steadfast Capital Management, o Insight Partners, o Redpoint eventures, o 500 Startups, o ONEVC, o Atman Capital, o FundersClub e o investidor Lee Jacobs, entre outros, segundo a empresa.

“Nós queremos usar os recursos obtidos para acelerar nosso crescimento, principalmente no mercado americano”, disse o fundador da empresa, Alessio Alionço, em uma entrevista por vídeo.

A empresa planeja uma oferta pública de ações nos Estados Unidos em cerca de três anos, disse ele. A Pipefy, que tem mais de 500 funcionários, viu seu valor triplicar nessa rodada de investimentos em relação à anterior, em junho de 2019, disse Alionço, sem fornecer detalhes.

Com o software da Pipefy, as empresas podem aumentar a produtividade de equipes ao centralizar dados e padronizar processos para áreas como finanças, recursos humanos, atendimento ao cliente, compras e marketing. A empresa diz que a chamada abordagem “no-code/low-code” torna o desenvolvimento de software mais fácil para qualquer tipo de empresa, desde as emergentes até as maiores corporações multinacionais.

FII RCRB11: Fundo compra 5 andares do Edifício JK e se torna majoritário, com 73% do espaço

Suno


A Syn Prop Tech, nova marca da Cyrela Commercial Properties (CCPR3), por meio da controlada Aquarius Empreendimentos, fechou a venda de dez salas comerciais no Edifício JK Financial Center, por R$ 124,05 milhões. Segundo o comunicado, a venda foi feita para o fundo imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11).

A transação entre Syn Prop Tech e o FII RCRB11 considera as salas e as respectivas vagas de garagem, totalizando 4.863,70 m² de área BOMA – a soma da área particular do inquilino com as áreas comuns utilizadas pelos locatários.

O Edifício JK Financial Center fica localizado na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, no Itaim Bibi, em São Paulo (SP). O imóvel é Triple A, tem 13 pavimentos e uma área bruta locável de 13.143,65 m².

A aquisição atual do FII Rio Bravo Renda Corporativa corresponde aos andares 8º, 9º, 10º, 11º e 12º. O FII RCRB11 já era proprietário de 6 andares do Edifício JK, com participação de 39% no espaço.

Falta de material e custos impactam a indústria da construção

MoneyTimes


Pelo quinto trimestre consecutivo, a falta de material da construção e o aumento dos custos continuam sendo os principais problemas da indústria da construção, segundo a pesquisa Sondagem Indústria da Construção, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), divulgada hoje (25). Os dois itens foram citados por 54,2% dos empresários entrevistados.

Apesar de continuar preocupando os empresários, a pesquisa mostra que houve uma pequena redução em relação ao trimestre anterior, quando 55,5% dos entrevistados manifestaram preocupação com a falta de materiais.

Os números também mostram que houve um aumento da preocupação do empresariado com a elevação da taxa de juros, ganhando força na passagem do segundo para o terceiro trimestre deste ano.

De acordo com a CBIC, a alta pode ser comprovada pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) para materiais e equipamentos, que acumulou, nos últimos 12 meses encerrados em setembro, alta de 30,24%, um recorde para o período, na era pós-real.

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